• E Voltaire responde, “Posso não concordar com nada do que dizes, mas defenderei até a morte teu direito de dizê-las”

  • Existem alguns erros de português, o texto correto seria:
    “Não estou falando que não EXISTEM verdades absolutas, mas não HÁ meios de alcançá-las…”

    “Não entendi direito, (vírgula) mas acho que foi uma indireta.”

    Esse último é mais corriqueiro:
    “Transforme-O em alguma coisa!”

    Haters gonna hate, mas é uma crítica construtiva!

  • revise seu erros de português, senhor Ruas!

  • Rag :
    Não seria “não há meios”?

    Ruas, na boa, adoro os quadrinhos, mas cara, cuidado com português ne? “Não há meios”

  • pqp… ta cheio te professor de português aqui…kkkkkkkkkk

  • excelente trabalho Ruas… Parabéns!

  • Ruas, aproveite agora a versão da consultoria de revisão ortográfica que Chessus,Luiz e o Roman trazem pra você, nesta versão Demo, você terá acesso a até 3 tirinhas de correção, e na compra da versão full, você terá, de bonus, acesso a surpreendente funcionalidade “Geração aleatória de notas Vitor Otávio”, onde você terá acesso a uma infinita gama de notas variando entre 7 e 8, acrescido de um maravilhoso comentário nada a ver com nada.

  • @Chessus
    Concordo com algumas de suas correções.
    Mas no caso do Adão você tem de entender que ele tem uma linguagem coloquial, e não a norma culta padrão. =P

  • Se a dúvida é o único ponto de vista lógico, talvez se duvidássemos da criação (cuidado) de nossos pais, cresceríamos um pouco mais com a singeleza de nossos pensamentos. Ou seja, amadureceríamos mais, e mais cedo. Por isso não nos tornamos animais irracionais… Será?! Fica a dúvida…

  • Uma coisa interessante é que isso acaba sendo uma verdade absoluta, e entra em um paradoxo.

    “Não existem meios de se alcançar as verdades absolutas”.
    Mas pela frase foi possível se alcançar uma verdade absoluta, a verdade absoluta de que não se pode alcançar as verdades absolutas”.
    Mas se não se pode alcançar as verdades absolutas, logo, a própria frase se contradiz, indicando que é falsa.

    Talvez o mais correto seria:

    É possível que se alcance algumas verdades absolutas, mas a maioria sendo impossível de se alcançar.

  • Tiago Castro :
    Uma coisa interessante é que isso acaba sendo uma verdade absoluta, e entra em um paradoxo.
    “Não existem meios de se alcançar as verdades absolutas”.
    Mas pela frase foi possível se alcançar uma verdade absoluta, a verdade absoluta de que não se pode alcançar as verdades absolutas”.
    Mas se não se pode alcançar as verdades absolutas, logo, a própria frase se contradiz, indicando que é falsa.
    Talvez o mais correto seria:
    É possível que se alcance algumas verdades absolutas, mas a maioria sendo impossível de se alcançar.

    Não, não, Tiago. Voltaire se insere na tradição iniciada por Descartes, para o qual a dúvida é a primeira (e na opinião de alguns comentadores, a única) certeza fundamental sobre a qual jazem todas as outras (inclusive a existência de Deus, compreendida como uma função do sujeito do solipsismo cartesiano).

  • @Carlos
    Ele corrigiu o verbo ‘haver’, mas ainda continuou com o erro no verbo ‘existir’.
    Quem não existe? As verdades, logo o correto é “não EXISTEM verdades”. Não sei porque, ele deixou lá. O.o

  • @Tiago Castro

    Mas aí acabamos partindo para uma discussão entre o que constitui “verdade” e “afirmação” – pronto, e lá vamos discutir Aristóteles agora! 😀

  • O Ruas nunca responde o que comentamos aqui?

  • nesse papo de que “não existe verdade absoluta” é mal interpretado pela galera e a faz duvidar de tudo, o que não necessariamente é bom, já que abre portas para teorias da conspiração toscas.

    Por exemplo, uma vez entrei em discussão com um daqueles professores de história anti-americanos que existem aos montes no Brasil, que fica ensinando erroneamente as crianças que o homem não foi para Lua. Aí depois de derrubar todos os argumentos dele sobre esse assunto, ele veio com essa de que não existe verdade absoluta, portanto ele poderia achar o que quiser e portanto poderia ensinar o que quiser, chegando ao ponto de dizer que “na física, por exemplo, 2+2 = 3.5” para mostrar que não existem verdades absolutas…

    até hoje eu me pergunto da onde ele tirou essa soma absurda 😛

  • @José Alves

    Seu professor é um desconstrucionista/pós-estruturalista chato, discípulo de Foucault e Baudrillard – se duvidar, ele não acredita nem na própria existência!

  • com certeza foi uma indireta nota &.

  • Cheio de preconceituosos linguísticos aqui . Marcos Bagno sentiria vergonha desses reaças gramaticais .

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